sábado, 16 de outubro de 2010

EVANGELHO DOMINICAL - (Lucas 18,1-8) - DOMINGO, 17/10/2010


- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós.
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 1Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo:
2”Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. 3Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’
4Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. 5Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!’”
6E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. 7E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar?
8Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”

- Palavra da salvação.
- Glória a vós, Senhor.


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REFLETINDO A PALAVRA
Deus que convida à conversão

O seguimento de Jesus implica necessariamente um compromisso com o povo. Declarar-se por Jesus diante do povo é testemunhar o seu amor que comunica a vida plena a todos. Este testemunho passa pela inserção do discípulo na vida comunitária, onde se vivem a partilha, a misericórdia e o perdão. A experiência comunitária transborda na missão transformadora do mundo. No Evangelho de Marcos, na passagem paralela a esta, encontramos, de modo mais 

esclarecedor: "Tudo será perdoado aos filhos dos homens (os humanos)" (Mc 3,28-30). Significa o imenso amor misericordioso de Deus que convida à conversão e à adesão a Jesus e ao seu Espírito de amor. Porém a blasfêmia contra o Espírito Santo é a rejeição do próprio perdão e do dom da vida eterna por Deus. Os chefes religiosos 
de Jerusalém, ao dizerem que Jesus estava possuído por um espírito impuro, blasfemavam contra o Espírito Santo manifesto em Jesus. Na cegueira do poder e do amor ao dinheiro, perdem-se o amor, a paz e a própria vida. Os discípulos, tendo acolhido a Jesus, enfrentam as adversidades e perseguições na paz do Espírito de amor. 


Autor: José Raimundo Oliva.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

CANDIDATOS FALAM DE ASSUNTOS DE INTERESSE DOS CATÓLICOS EM DEBATE

SÃO PAULO - SP.
Cerca de 100 milhões de brasileiros acompanharam as duas horas e 15 minutos do primeiro debate promovido pela TV Canção Nova e Rede Aparecida, nesta segunda-feira, 23. Estiveram presentes os candidatos José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio Arruda (PSOL). A candidata do PT, Dilma Rousseff, não confirmou presença alegando problemas com a agenda.

Serra afirmou que foi um "excelente debate" e pôde "falar com franqueza". Segundo ele, houve divergência e até coincidências de opiniões entre os candidatos, mas "caberá ao eleitor fazer seu julgamento".


 A candidata Marina comentou sobre a variedade de temas, os quais lhes permitiram falar sobre assuntos de vários segmentos da sociedade e, assim "ampliar a visão (dos eleitores) sobre a proposta dos candidatos, a forma como cada um lida com as questões". Ela afirmou que "defendeu o que acredita", tratando com seriedade os temas.

Plínio disse que a Canção Nova e a Rede Aparecida marcaram um "gol" com esse debate. O candidato elogiou a estrutura do evento, no qual "todos tiveram oportunidades iguais, com o mesmo tempo", e criticou a ausência da candidata do PT, Dilma, afirmando que "poucos conhecem o que ela pensa". "Ela é uma incógnita", afirmou. 
.: Assista aos vídeos do debate
.: Confira a cobertura completa do debate

Debate


No primeiro bloco, os três candidatos à presidência do país foram questionados sobre a necessidade ou não de um presidente acreditar em Deus, em seguida, em respostas particulares, Marina falou sobre a reforma agrária [resposta], Plínio sobre a presença de símbolos religiosos em locais públicos [resposta] e Serra sobre economia atual do país [resposta].

No segundo bloco, jornalistas abordaram questões particulares para cada um dos candidatos. Raphael Leal, da TV Canção Nova, questionou o candidato Plínio a respeito de sua opinião sobre o projeto que pretende criminalizar a homofobia [resposta], perguntando-lhe se ele assinaria o projeto. Em seguida, o jornalista questionou Marina sobre sua postura diante da aprovação do aborto no Brasil [resposta] e ao candidato Serra indagou se este apoiaria a distribuição de materiais que valorizem a castidade e a fidelidade conjugal como formas de prevenir a Aids [resposta].

O jornalista Martin Andrada, da TV Século XXI, interrogou o candidato Plínio a respeito da democratização dos meios de comunicação, questionando-o sobre a possibilidade de a medida abrir precedentes para a censura [resposta]. Ao abordar José Serra, Martin perguntou o que o candidato fará para reverter o quadro da pesquisa, no qual Dilma aparece com vantagem em relação a ele [resposta]. Já Marina foi questionada sobre a segurança pública, como ela resolveria essa questão [resposta].

José Maria Mayrink, do jornal O Estado de São Paulo, questionou o candidato do PSDB sobre sua posição com relação ao projeto de construção do trem-bala, da transposição do Rio São Francisco e da hidrelétrica de Belo Monte [resposta]. Ao candidato do PSOL, o jornalista perguntou se ele acredita que há espaço no Brasil para um socialismo radical [resposta]. E a candidata do PV foi indagada se ela acreditava ser possível governar sem troca de favores [resposta].

Dando continuidade ao debate, no terceiro bloco, os candidatos Serra e Marina falaram sobre a redução da maioridade penal, respondendo à pergunta feita por Dom Leonardo de Miranda, representando a Pastoral do Menor [resposta]. Logo após, Marina e Plínio responderam à pergunta do coordenador nacional da Pastoral Familar, Raimundo Veloso Leal, sobre o PNDH-3 e sobre a opinião pessoal deles sobre a vida e a família [resposta].

A terceira pergunta do bloco foi feita pelo coordenador nacional da Pastoral Carcerária, padre Valdir João Silveira, aos candidatos Plínio e Serra, questionando-os, com relação ao atual sistema carcerário, se pretendem manter o sistema ou investir em outras alternativas para reduzir a criminalidade [resposta].

O último bloco do debate foi dividido em dois módulos. No primeiro, os candidatos responderam a perguntas sorteadas. Marina falou sobre a política habitacional [resposta]; Plínio sobre a contradição entre os recordes na produção da agricultura e tantos que ainda passam fome [resposta]; e Serra falou sobre a lei do aborto, comentando se questãos morais devem ser decididas em plebiscito pelo povo [resposta]. No segundo módulo, os três candidatos deram sua opinião sobre o ensino religioso na educação fundamental [resposta].
Os três candidatos à presidência presentes concluíram o debate com suas considerações finais. [Veja as considerações finais]

Cobertura

O Portal Canção Nova disponibilizou a cobertura completa do debate - minuto a minuto - e através de vídeos. A tag #debatetvcatolica atingiu o topo no Twitter durante o debate. Apenas durante o tempo de duração do debate, a tag foi postada 9.043 vezes e entrou nos Trending Topics (TT). Nesse mesmo intervalo de tempo, o link da página especial [http://noticias.cancaonova.com/debate], criada especialmente para a cobertura ao vivo do evento, apareceu 10.680 vezes no Twitter.

O debate foi retransmitido simultaneamente pelas emissoras católicas - TV Nazaré, Terceiro Milênio, Horizonte, Milícia da Imaculada e Século XXI, além de ser transmitido pelas duas emissoras responsáveis pelo evento [TV Canção Nova e TV Aparecida]. A transmissão também feita por toda a Rede Católica de Rádio, que conta com aproximadamente 300 emissoras espalhadas por todo o país e pela Rede Canção Nova de Rádio, que conta com cerca de 20 emissoras. Por volta de 150 jornalistas credenciados participaram do evento.

Ao todo, mais de 80 profissionais do Sistema Canção Nova de Comunicação trabalharam no debate. Somandos à equipe da Rede Aparecida o número passou de 150 pessoas diretamente envolvidas em todo o processo. 

Fonte: Canção Nova Notícias.

domingo, 22 de agosto de 2010

EVANGELHO DOMINICAL - (Lucas 13,22-30) - DOMINDO, 22/08/2010

- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós. 
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 22Jesus atravessava cidades e povoados, ensinando e prosseguindo o caminho para Jerusalém. 23Alguém lhe perguntou: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”
Jesus respondeu: 24“Fazei todo esforço possível para entrar pela porta estreita. Porque eu vos digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão. 25Uma vez que o dono da casa se levantar e fechar a porta, vós, do lado de fora, começareis a bater, dizendo: ‘Senhor, abre-nos a porta!’
Ele responderá: ‘Não sei de onde sois’.
26Então começareis a dizer: ‘Nós comemos e bebemos diante de ti, e tu ensinaste em nossas praças!’
27Ele, porém, responderá: “Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim, todos vós, que praticais a injustiça!’
28Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac e Jacó, junto com todos os profetas no Reino de Deus, e vós, porém, sendo lançados fora. 29Virão homens do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. 30E assim há últimos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


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REFLETINDO A PALAVRA
Jesus continua seu ensino aos discípulos

O texto deste Evangelho é formado por uma composição articulada de fragmentos de parábolas que são encontrados dispersos em Mateus. Não está em foco o aspecto atraente e grandioso do Reino, mas sim as dificuldades enfrentadas para nele entrar. Esforçai-vos por entrar pela porta estreita. Jesus, com seus discípulos, está a caminho
de Jerusalém, após exercer seu ministério na Galileia e nos territórios gentios vizinhos. Agora está decidido a fazer seu anúncio em Jerusalém, centro religioso e político do Judaísmo, mesmo sabendo que está ameaçado de morte. Ele escolheu a festa da Páscoa judaica, quando se reúnem enormes multidões de peregrinos na cidade. A caminho, Jesus continua seu ensino aos discípulos, os quais, com sua formação tradicional, tinham grande dificuldade de compreender a Boa-Nova humilde e libertadora de Jesus. Alguém pergunta a Jesus se são poucos os que se salvam. Esta era uma questão em debate nos meios rabínicos, em que prevalecia a compreensão de que todo o povo de Israel,
enquanto filhos de Abraão, se salvaria, enquanto as nações gentias seriam destruídas e condenadas. Foi contra esta visão elitista que se levantou João Batista, quando disse aos fariseus e saduceus que eles não se sentissem seguros em proclamar que tinham Abraão por pai. O que importa para Deus são os frutos de justiça e de amor, que conduzem à comunhão de vida universal, sem barreiras ou exclusivismos. A entrada no Reino se faz pela "porta
estreita". O coração de Jesus não é uma porta estreita, mas, sim, ampla, aberta para acolher os que estão abatidos e oferecer-lhes um jugo leve e suave. A estreiteza da porta é a dificuldade dos judeus em se desapegarem de sua
segurança na Lei, da sua tradição racial e, as elites, das suas riquezas. Israel, não entrando nesta porta, ficará de fora, enquanto os povos do ocidente e do oriente tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. O profeta Isaías já anunciara o chamado de Deus a todos os povos (primeira leitura). É pela conversão, produzindo frutos de justiça e paz (segunda leitura), que se faz a inserção no Reino.

Autor: José Raimundo Oliva.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

COMUNIDADE DISCUTE SEGURANÇA PÚBLICA

Mesa de autoridades e convidados
BARRA MANSA - RJ.
No último dia 23 de julho foi realizado na igreja de São José uma reunião onde o assunto tratado foi a preocupação dos moradores com a segurança e o consumo de drogas pelos jovens e crianças. A Igreja Católica representada pelo padre Jorge Luiz Martins Pereira manifestou sua falou da situação das famílias que tem algum membro envolvido. O evento teve o apoio de varias entidades do bairro como associação de moradores, Igreja Evangélicas, representantes de escolas e do poder público, além da  polícia militar, vereadores e aproximadamente 500 pessoas. No encerramento do encontro ficou decico que a cada três meses as autoridades e representantes do bairro se reunirão para fazer um balanço da situação do bairro. Outra conquista do evento foi a vinda de um treiller da Polícia Militar e uma viatura que agora ficam 24 horas no bairro a disposição da comunidade.

sábado, 17 de julho de 2010

EVANGELHO DOMINICAL - (Lucas 10,38-42) - DOMINGO, 18/07/2010

- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós.
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 38Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. 39Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava sua palavra.
40Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!”
41 O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. 42Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


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REFLETINDO A PALAVRA

Os fariseus sentem-se ameaçados em seu poder

O Judaísmo surgido no pós-exílio da Babilônia era uma teocracia (político-religiosa) das elites que retornaram deste exílio e oprimia o próprio povo semita, particularmente os camponeses. Jesus fala e age libertando o povo da opressão da sinagoga, do Templo e da Lei. Restaura-lhe dignidade e promove a vida. Os fariseus sentem-se ameaçados em seu poder, diante de tal subversão, e tomam a decisão de matar Jesus. Este último refugia-se em outro
lugar, seguido pelas multidões, e cura a todos. Mateus escreve para uma comunidade de cristãos oriundos do Judaísmo. Sua intenção é demonstrar que Jesus, a partir de sua atividade taumatúrgica, vem realizar as promessas
proféticas das Escrituras. Recorre a um texto de Isaías, adaptando-o: "Eis o meu servo, que escolhi [.]" (Is 42,1-4). O verdadeiro servo de Deus é Jesus, investido pelo Espírito para sua missão. Ele é manso e não praticará a violência.
Contudo, com absoluta firmeza anunciará às nações o direito e a justiça, transformando a sociedade.

Autor: José Raimundo Oliva.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

FIÉIS ENFEITAM RUAS PARA A PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI

 








BARRA MANSA - RJ
Como parte da programação da solene festa de Corpus Christi, dezenas de pessoas entre crianças, jovens e adultos participaram na manhã desta quinta-feirada da confecção dos tracicionais tapetes espalhados  no trageto entre as igrejas de Santa Luzia e Santa Cruz no bairro Vila Nova.
Produzidos com pó de serragem, pó de café, cascas de ovos, tintas e outros objetos, os tapetes são preparados para receber procissão do Corpo de Cristo. A procissão acontecerá no final da Missa Solene que este ano será celebrada na igreja de Santa Luzia às 19 horas. Após a cerimônia que será presidida pelo reverendíssimo padre Jorge Luiz Martins Pereira, os fiéis que acompanharam o sacerdote que levará a hóstia consagrada até a igreja Matriz de Santa Cruz onde será concedida a bênção solene... Centenas de pessoas são esperadas para o evento religioso.

Fotos: Devanil Lacerda de Aguiar.

EVANGELHO - (Lucas 9,11b-17) SOLENIDADE DE COPUS CHRISTI

- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós! 
- Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor! 

Naquele tempo, 11bJesus acolheu as multidões, falava-lhes sobre o Reino de Deus e curava todos os que precisavam.
12A tarde vinha chegando. Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus e disseram: "Despede a multidão, para que possa ir aos povoados e campos vizinhos procurar hospedagem e comida, pois estamos num lugar deserto".
13Mas Jesus disse: "Dai-lhes vós mesmos de comer". Eles responderam: "Só temos cinco pães e dois peixes. A não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente".
14Estavam ali mais ou menos cinco mil homens. Mas Jesus disse aos discípulos: "Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta".
15Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram. 16Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão. 17Todos comeram e ficaram satisfeitos. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram.

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.
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REFLETINDO A PALAVRA
Dai-lhes vós mesmos de comer

Lucas introduz a narrativa da partilha dos pães a partir de um sumário da missão de Jesus: acolher as multidões, ensinar sobre o Reino de Deus e promover-lhes a vida. Neste contexto, a multidão encontra-se em nova situação
de carência: entardecendo, e em lugar deserto, necessitam de alimento e hospedagem. Os discípulos sentem esta necessidade da multidão e vão a Jesus. Jesus os provoca: "Dai-lhes vós mesmos de comer". Alguns pães e peixes de que dispunham são abençoados (eulogêsen) e partidos por Jesus. O Evangelho de João diz que Jesus "deu graças" (eukharistêsas) e distribuiu-os à multidão. Fica assim caracterizada a ação de graças eucarística como a prática da partilha dos bens recebidos, na comunhão de amor e vida com o próximo mais necessitado e carente.

Autor: José Raimundo Oliva.

sábado, 29 de maio de 2010

EVANGELHO DOMINICAL - (João 16,12-15) - DOMINGO, 30/05/2010


- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós!
- Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
- Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
12“Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora.
13Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará.
14Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. 15Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


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REFLETINDO A PALAVRA

Deus conduz a sua criação à plenitude

Deus conduz a sua criação à plenitude com uma admirável paciência histórica. Não em sete mais sete dias (criação e redenção), mas em milhares de anos, ao longo da história. Com estilo poético, na tradição bíblica, a Sabedoria do Criador é apresentada de maneira personificada em sua relação com a criação (cf. primeira leitura). O Criador, Deus Pai, fez os céus e a terra. Sobre a terra, a humanidade. A humanidade, em íntima comunhão com o universo, ao Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Santíssima Trindade longo do tempo desenvolve-se no ritmo de flores que desabrocham, um dia por mil anos. Vive suas experiências culturais, religiosas e socioeconômicas. Dentre estas experiências, o mundo cristão ocidental destaca a experiência político-religiosa de Israel. No devido tempo, Deus revela sua presença na história, em Jesus, seu Filho amado, homem entre os homens e mulheres. É concebido e nasce aquele que é a plenitude da vida. Jesus, entre 33 e 36 anos, vive na Galileia, região de cultura híbrida greco-oriental-judaica. Revela ao mundo o Reino de Deus e o Pai e envia aos discípulos o Espírito Santo, comunicador do amor e da vida eterna. O Paráclito, Espírito Santo, permanece nos discípulos reunidos em comunidades. A sua presença nos discípulos é também a presença do Filho, presença real. Presença oculta aos nossos sentidos carnais, porém percebida na fé e nos corações. Presença dinâmica que impele as comunidades à missão do anúncio e do testemunho do Reino de Deus ao longo da história. As comunidades continuam o ministério revelador de Jesus.
Deus é Trindade, é a plenitude do amor, na eternidade. O amor se manifesta no tempo e permanece na eternidade. Deus é amor e o amor é transbordante. Deus quis comunicar seu amor aos homens e mulheres por ele criados. Aqueles que acolherem este amor comunicador e a ele se unirem passam do tempo para a eternidade, em comunhão com Deus em sua vida divina e eterna. À Trindade são associadas as três virtudes teologais: a fé, a esperança e o amor/caridade (segunda leitura). No Cristianismo, a justificação pela fé já fora um dom de Deus a Abraão. A esperança da glória de Deus nos foi revelada pelo Filho, Jesus. O amor, que é a concretização da glória de Deus, é consumado, na história, nas comunidades dos fiéis, pelo Espírito Santo derramado em nossos corações.

Autor: José Raimundo Oliva.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

PERSEGUIÇÕES PROVAM A AUTENTICIDADE DA MISSÃO, EXPLICA BENTO XVI

 VATICANO - ROMA.
Bento XVI recebeu em audiência os participantes da Assembleia Geral do Conselho Superior das Pontifícias Obras Missionárias (POM) na manhã desta sexta-feira, 21.
Numa época em que a humanidade afronta uma série de desafios em diversos setores, a evangelização apresenta-se especialmente como "uma missão imensa", nas palavras do Papa.
"Como o apóstolo Paulo demonstrava a autenticidade de seu apostolado através das perseguições, feridas e tormentos súbitos (cf. 2 Cor 6-7), assim as perseguições também são prova da autenticidade de nossa missão apostólica. [...] Quem participa na missão de Cristo deve, inevitavelmente, enfrentar as tribulações, conflitos e sofrimentos, pois entra em conflito com as forças e os poderes deste mundo", indicou.

Acesse.: Discurso do Papa  à Assembleia das Pontifícias Obras Missionárias

O encontro aconteceu na Sala Clementina do Palácio Apostólico Vaticano e contou com a presença do prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Ivan Dias, a quem estão subordinadas as POM. A Assembleia do organismo vaticano ocorreu em Roma, entre os dias 17 e 21.
O Pontífice ressaltou que o Espírito Santo é que capacita a Igreja e os missionários a cumprirem a missão que lhes é confiada, "dando-lhe a força para expandir-se, preenchendo os discípulos de Cristo com uma riqueza transbordante de carismas. É do Espírito Santo que a Igreja recebe a autoridade do anúncio e do ministério apostólico".
O Santo Padre reafirmou algo que já havia mencionado em sua Carta Encíclica Caritas in Veritate: "a evangelização precisa de cristãos com os braços levantados para Deus em oração, cristãos movidos pelo conhecimento de que a conversão do mundo a Cristo não é produzida por nós, mas nos é doada". 

Serviço à humanidade 
Bento XVI afirmou que a pregação do Evangelho é um serviço inestimável que a Igreja oferece à humanidade que caminha na história.
"A Igreja, presente e operante nas fronteiras geográficas e antropológicas, é portadora de uma mensagem que permanece na história, onde proclama os valores inalienáveis da pessoa, com o anúncio e o testemunho do plano salvífico de Deus, tornado visível e operante em Cristo. A pregação do Evangelho é a chamada à liberdade dos filhos de Deus, também para a construção de uma sociedade mais justa e solidária para nos preparar à vida eterna".

Fonte: Canção Nova Notícias.

sábado, 22 de maio de 2010

CONHEÇA MAIS SOBRE A CELEBRAÇÃO DO PENTECOSTES

FUNDAMENTOS DA FESTA DE PENTECOSTES

Era para os judeus uma festa de grande alegria, pois era a festa das colheitas. Ação de graças pela colheita do trigo. Vinha gente de toda a parte: judeus saudosos que voltavam a Jerusalém, trazendo também pagãos amigos e prosélitos. Eram oferecidas as primícias das colheitas no templo. Era também chamada festa das sete semanas por ser celebrada sete semanas depois da festa da páscoa, no qüinquagésimo dia. Daí o nome Pentecostes, que significa "qüinquagésimo dia".

No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, cinqüenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4). As primícias da colheita aconteceram naquele dia, pois foram muitos os que se converteram e foram recolhidos para o Reino. Quem é o Espírito Santo?

O prometido por Jesus: "...ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a realização da promessa do Pai a qual, disse Ele, ouvistes da minha boca: João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias" (At 1,4-5).

Espírito que procede do Pai e do Filho: "quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, ele dará testemunho de mim e vós também dareis testemunho..." (Jo 15 26-27). O Espírito Santo é Deus com o Pai e com o Filho. Sua presença traz consigo o Filho e o Pai. Por Ele somos filhos no Filho e estamos em comunhão com o Pai.



 SOLENIDADE DO PENTECOSTES

No dia de Pentecostes o Espírito Santo desceu com poder sobre os Apóstolos; teve assim início a missão da Igreja no mundo. O próprio Jesus tinha preparado os Onze para esta missão aparecendo-lhes várias vezes depois da sua ressurreição (cf. Act 1, 3). Antes da ascensão ao Céu, ordenou que "não se afastassem de Jerusalém, mas que aguardassem que se cumprisse a promessa do Pai" (cf. Act 1, 4-5); isto é, pediu que permanecessem juntos para se prepararem para receber o dom do Espírito Santo. E eles reuniram-se em oração com Maria no Cenáculo à espera do acontecimento prometido (cf. Act 1,14).

Permanecer juntos foi a condição exigida por Jesus para receber o dom do Espírito Santo; pressuposto da sua concórdia foi uma oração prolongada. Desta forma, encontramos delineada uma formidável lição para cada comunidade cristã. Por vezes pensa-se que a eficiência missionária dependa principalmente de uma programação atenta e da sucessiva inteligente realização mediante um empenho concreto. Sem dúvida, o Senhor pede a nossa colaboração, mas antes de qualquer resposta nossa é necessária a sua iniciativa: é o seu Espírito o verdadeiro protagonista da Igreja. As raízes do nosso ser e do nosso agir estão no silêncio sábio e providente de Deus.

As imagens que São Lucas usa para indicar o irromper do Espírito Santo o vento e o fogo recordam o Sinai, onde Deus se tinha revelado ao povo de Israel e lhe tinha concedido a sua aliança (cf. Êx 19, 3ss). A festa do Sinai, que Israel celebrava cinquenta dias depois da Páscoa, era a festa do Pacto. Falando de línguas de fogo (cf. Act 2, 3), São Lucas quer representar o Pentecostes como um novo Sinai, como a festa do novo Pacto, na qual a Aliança com Israel se alarga a todos os povos da Terra. A Igreja é católica e missionária desde a sua origem. A universalidade da salvação é significativamente evidenciada pelo elenco das numerosas etnias a que pertencem todos os que ouvem o primeiro anúncio dos Apóstolos (cf. Act 2, 9-11).

O Povo de Deus, que tinha encontrado no Sinai a sua primeira configuração, hoje é ampliado a ponto de não conhecer qualquer fronteira de raça, cultura, espaço ou tempo. Diferentemente do que tinha acontecido com a torre de Babel (cf. Jo 11, 1-9), quando os homens, intencionados a construir com as suas mãos um caminho para o céu, tinham acabado por destruir a sua própria capacidade de se compreenderem reciprocamente. No Pentecostes o Espírito, com o dom das línguas, mostra que a sua presença une e transforma a confusão em comunhão. O orgulho e o egoísmo do homem geram sempre divisões, erguem muros de indiferença, de ódio e de violência.

O Espírito Santo, ao contrário, torna os corações capazes de compreender as línguas de todos, porque restabelece a ponte da comunicação autêntica entre a Terra e o Céu. O Espírito Santo é Amor. Mas como entrar no mistério do Espírito Santo, como compreender o segredo do Amor? A página evangélica conduz-nos hoje ao Cenáculo onde, tendo terminado a última Ceia, um sentido de desorientação entristece os Apóstolos. A razão é que as palavras de Jesus suscitam interrogativos preocupantes: Ele fala do ódio do mundo para com Ele e para com os seus, fala de uma sua misteriosa partida e há muitas outras coisas ainda para dizer, mas no momento os Apóstolos não são capazes de carrregar o seu peso (cf. Jo 16, 12). Para os confortar explica o significado do seu afastamento: irá mas voltará; entretanto não os abandonará, não os deixará órfãos. Enviará o Consolador, o Espírito do Pai, e será o Espírito que dará a conhecer que a obra de Cristo é obra de amor: amor d'Ele que se ofereceu, amor do Pai que o concedeu.

É este o mistério do Pentecostes: o Espírito Santo ilumina o espírito humano e, revelando Cristo crucificado e ressuscitado, indica o caminho para se tornar mais semelhantes a Ele, isto é, ser "expressão e instrumento do amor que d'Ele promana" (Deus caritas est 33). Reunida com Maria, como na sua origem, a Igreja hoje reza: "Veni Sancte Spiritus! Vem, Espírito Santo, enche os corações dos teus fiéis e acende neles o fogo do teu amor!"

Fonte: Wiki CN.

EVANGELHO DOMINICAL - SÁBADO E DOMINGO, DIAS 22 E 23/05/2010


 EVANGELHO DA SOLENE VIGÍLIA DE PENTECOSTES
João 7,37-39

- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós!
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
- Glória a vós, Senhor!

37No último dia da festa, o dia mais solene, Jesus, em pé, proclamou em voz alta: “Se alguém tem 38sede, venha a mim, e beba. Aquele que crê em mim, conforme diz a Escritura, rios de água viva 39jorrarão do seu interior”. Jesus falava do Espírito, que deviam receber os que tivessem fé nele; pois ainda não tinha sido dado o Espírito, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.

- Palavra da Salvação!
- Glória a vós, Senhor!


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EVANGELHO DA SOLENIDADE DE PENTECOSTE
João 20,19-23

- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós!
- Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
- Glória a vós, Senhor! 

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 
22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

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REFLETINDO A PALAVRA

O dom do Espírito Santo

O dia da ressurreição, primeiro dia da semana, bem delimitado no Evangelho de João, começa com a ida de Maria Madalena ao túmulo de Jesus, "de madrugada [.], quando ainda estava escuro". Agora, "ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana", Jesus manifesta-se aos discípulos reunidos. É um dia completo, que começa com a insegurança
do túmulo vazio e termina, em plenitude, com a presença de Jesus ressuscitado, com sua paz e o dom do Espírito Santo. A partir daí inaugura-se a plenitude dos tempos. Nesta narrativa de João, o dom do Espírito Santo se dá com o sopro de Jesus sobre os discípulos. A palavra "espírito" tem origem no Primeiro Testamento, com o significado de
"sopro vital". É por este "sopro vital" de Deus que surge a criação na narrativa do Gênesis. Agora, Jesus comunica seu sopro vital, divino e santo, seu Espírito, aos discípulos. Lucas não o menciona na passagem paralela a esta,
em seu Evangelho. Ele opta por dar, em Atos dos Apóstolos, um grande destaque a esta comunicação do Espírito Santo, com uma impressiva manifestação divina, teofania, como acontecimento que ocorre na festa judaica de
Pentecostes (primeira leitura), a fim de vincular o movimento de Jesus ao Judaísmo de Jerusalém. E é este Espírito que anima as novas comunidades em sua pluralidade de dons, porém formando um só corpo no seguimento e união com Jesus (segunda leitura). A ressurreição, com as aparições sucessivas, é a confirmação de uma realidade que
a antecede. É a confirmação da condição humana e divina de Jesus de Nazaré. Toda a sua vida foi dom de amor a todos que conviveram com ele, particularmente os discípulos ao longo dos três anos de seu ministério. Agora, os discípulos o percebem claramente. Jesus de Nazaré, filho de Maria, Filho de Deus, é portador e comunicador da vida divina e eterna.


Autor: José Raimundo Oliva.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

"VOLTA DA PEDRA" VOLTA A SER NOTÍCIA NA MÍDIA REGIONAL


BARRA MANSA - RJ.
Após matéria publicada pelo jornal barramansense A Voz da Cidade em sua edição do último dia 13, onde destacou a situação em que se encontra a localidade popularmente conhecida como "Volta da Pedra", única via de acesso ao bairro Vista Algre, no sábado, dia 15, foi a vez de uma equipe da TV Rio Sul, afiliada da Rede Globo vir ao bairro para mostrar a situação de abandono do local. Na ocasião, alguns moradores aproveitaram para manifestar indignação com a situação da via.
Procurados pela equipe de reportagens, os presidentes das associações de moradores do bairro Vista Alegre e Loteamento Sofia - Alexandre Cardoso e Thiago Valério da Silva - respectivamente, falaram sobre o assunto.
Mais uma vez, em resposta a cobrança dos líderes comunitários, a Pefeitura de Barra Mansa através da Superintendência de Obras e Serviços Públicos (SUSESP) informou que "aguarda uma licença ambiental para fazer a licitação da obra, e que isso deve acontecer até a primeira quinzena do mês que vem" [junho].

Assista na íntegra a matéria exibida pela TV Rio Sul: http://riosulnet.globo.com/web/conteudo/16_269002.asp

MINISTÉRIO DA SAÚDE ESTENDE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE A

BRASÍLIA - DF.
O Ministério da Saúde anunciou, nesta sexta-feira, a ampliação da Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza A (H1N1) - gripe suína - para crianças de 2 anos até 4 anos e 11 meses. A imunização para a nova faixa etária começa na próxima segunda-feira (24) nos 36 mil postos de vacinação em todo o país. O prazo termina no dia 2 de junho.
O período também será aproveitado para prorrogar a vacinação de pessoas com idade entre 30 e 39 anos e de gestantes que ainda não se vacinaram.
Segundo dados do Ministério, nenhum estado conseguiu atingir a meta de vacinação entre adultos de 30 a 39 anos. A meta é imunizar 80% dos brasileiros nessa faixa de idade, mas o percentual geral do país ainda é de 37%.

Fonte: Canção Nova Notícias.

domingo, 16 de maio de 2010

EVANGELHO DOMINICAL - (lUCAS 24,46-53) - DOMINGO, 16/05/2010


- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós!
- Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
46“Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47e no seu nome serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.
48Vós sereis testemunhas de tudo isso. 49Eu enviarei sobre vós aquele que meu Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto”.
50Então Jesus levou-os para fora, até perto de Betânia. Ali ergueu as mãos e abençoou-os. 51Enquanto os abençoava, afastou-se deles e foi levado para o céu. 52Eles o adoraram.
Em seguida voltaram para Jerusalém, com grande alegria. 53E estavam sempre no Templo, bendizendo a Deus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor!

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REFLETINDO A PALAVRA

Jesus orienta os discípulos para a missão

O Evangelho de Lucas e o Livro de Atos dos Apóstolos formavam, possivelmente, uma única obra. Posteriormente as narrativas sobre a vida e o ministério de Jesus foram separadas, formando, com Marcos, Mateus e João o conjunto dos Evangelhos. A parte sobre as narrativas das primeiras missões formaram o Livro de Atos. Estes dois textos, que apresentam semelhanças e divergências entre si, estão presentes nas leituras de hoje: o início de Atos, na primeira leitura, e a conclusão do Evangelho de Lucas. Na conclusão do Evangelho, após a memória da paixão e ressurreição, redigida em forma de querigma paulino, Jesus orienta os discípulos para a missão: o anúncio da conversão à justiça para o perdão dos pecados. Este é o mesmo anúncio de João Batista. Enquanto nos Evangelhos de Marcos, Mateus e João, Jesus e os discípulos retornam para a Galileia, Lucas, no seu Evangelho, narra como se tivessem permanecido em Jerusalém: "voltaram para Jerusalém [.] e estavam sempre no Templo [.]". Esta interpretação corresponde à teologia de Lucas, que apresenta o movimento de Jesus como a continuidade das doze tribos de Israel, e sua missão partindo de Jerusalém, capital do Judaísmo de seu tempo. Neste mesmo sentido, enquanto no Evangelho de João Jesus comunica o Espírito Santo soprando sobre os discípulos no dia da ressurreição, Lucas, em Atos, apresenta a vinda do Espírito cinquenta dias depois da ressurreição com uma teofania na festa judaica de Pentecostes. Assim, também, a ascensão é apresentada como ocorrendo nas vizinhanças de Jerusalém, quarenta dias após a ressurreição. A narrativa da ascensão, exclusiva de Lucas, inspira-se na subida do profeta Elias. Após a ascensão, os discípulos devem voltar às suas atividades, pois o Espírito Santo lhes será dado para assumir a missão que lhes foi confiada por Jesus.


Autor: José Raimundo Oliva.

sábado, 15 de maio de 2010

"CONGRESSO EUCARÍSTICO JÁ FAZ PRIMEIRO MILAGRE: A VOTAÇÃO DO FICHA LIMPA", AFIRMA SENADOR PEDRO SIMON

BRASÍLIA - DF.
Em discurso durante a homenagem ao 16º Congresso Eucarístico Nacional, o senador Pedro Simom (PMDB-RS) afirmou que o CEN já está fazendo seu primeiro milagre: a votação do projeto Ficha Limpa (PLC 58/10 Complementar), que está na pauta da próxima quarta-feira, 19, da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. O projeto veta a candidatura de pessoas condenadas pela Justiça, em decisão colegiada (por grupo de juízes), por praticarem crimes de corrupção, abuso de poder econômico, homicídio e tráfico de drogas.
“A Casa vai aprovar o projeto Ficha Limpa, coisa que parecia impossível. A Câmara já aprovou”, comemorou o senador, nesta sexta-feira, 14.
O parlamentar afirmou ainda que a família e a sociedade estão em crise e apontou como grandes males do país a impunidade, o "jeitinho" e as vantagens concedidas somente aos que têm dinheiro para pagar bons advogados, impetrando inúmeros recursos até os processos prescreverem.
“Enquanto presidentes de outros países são cassados por atos corruptos, aqui só ladrão de galinha vai para a cadeia”, disse o senador, frisando que a impunidade tem que acabar, pois "o exemplo vem de cima".
Simon também falou sobre a importância do Catolicismo em sua formação, dizendo que estudou em colégio religioso e que é o que é graças à Igreja e à educação religiosa. Ele mencionou a "grave crise" enfrentada pela Igreja Católica, em razão das denúncias de pedofilia, apontando-a como "a crise mais difícil depois de Lutero". Para o senador, está nas mãos da própria Igreja encontrar uma saída.

Fonte: Agência Senado

sexta-feira, 14 de maio de 2010

NA MISSA DE ABERTURA DO CONGRESSO EUCARÍSTICO, CARDEAL DESTACA A FÉ DO POVO BRASILEIRO

BRASÍLIA - DF.

O enviado especial do papa Bento XVI para o Congresso Eucarístico, cardeal dom Cláudio Hummes, destacou a fé do povo brasileiro e conclamou os católicos a participarem da missa e da eucaristia. O cardeal presidiu a missa de abertura do evento, ontem à noite, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). Cerca de 50 mil pessoas participaram da missa.

“O bem maior que os colonizadores trouxeram [ao Brasil] foi a fé católica que se encarnou na cultura. Com o Congresso Eucarístico Nacional Brasília se transforma em altar junto ao qual o povo brasileiro se reúne e celebra a fé. Cristo resplende e ilumina o Brasil e o mundo”, disse o cardeal.

Dom Cláudio disse que a participação na eucaristia leva o cristão a encontrar-se com Cristo. “A partir do encontro [com Cristo na Eucaristia] estamos prontos para seguir Jesus mesmo que seja para a cruz. Como deixar de ir a missa e deixar de comungar?”, indagou. O cardeal exortou os católicos a fazerem do domingo “o Dia do Senhor” e transmitiu a recomendação do papa, que o enviou para o Congresso. “Disse-me o papa: é nosso desejo que os pastores estimulem o povo a participar da eucaristia e da confissão”.

Os milhares de fiéis que participaram da celebração aplaudiram dom Cláudio se referiu aos padres. “A Igreja os admira, os ama e reconhece seu trabalho”, disse. O cardeal exortou os padres a terem uma adesão “fiel e indefectível” a Jesus Cristo.

O cardeal relacionou, ainda, a eucaristia com o compromisso com os pobres. “O encontro com Cristo deve nos levar necessariamente ao encontro com o irmão. Quando nos sentamos à mesa de Deus nos comprometemos a combater a pobreza, a miséria e a fome. Depois que comungamos, não podemos não nos empenhar em favor dos pobres”.

Selo comemorativo

Antes da missa, com a presença do presidente da República em exercísio, José Alencar, e do presidente dos Correios, Carlos Custódio, foi lançado o Selo comemorativo ao Congresso Eucarístico. O cardeal Hummes e o arcebispo de Brasília, dom João Braz de Aviz apresentaram ao público o Selo sob os aplausos da multidão.


Uma mensagem do papa para o Congresso foi exibida nos telões espalhados pela Esplanada dos Ministérios. “É justamente no Santíssimo Sacramento do Altar que Jesus mostra sua vontade de estar conosco. Só Jesus pode transformar o coração dos homens”, disse o papa, que convidou os padres a uma “espiritualidade eucarística”.

O Congresso eucarístico segue até domingo, 16, com um simpósio de Bioética e outro de teologia, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. No Pavilhão de Exposição, no Parque da Cidade, acontecem inúmeras outras atividades. A arquidiocese de Brasília acredita que 300 mil pessoas participaram do Congresso.

Mais notícias do Congresso no site: http://www.cen2010.org.br/

Fonte: CNBB.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

BRASÍLIA - DF.
Aconteceu na noite desta quinta-feira (13), em Brasília (DF), a abertura oficial do Congresso Eucarístico Nacional 2010, realizado na capital federal até domingo (16). O evento omeçou com o anúncio do jubileu, seguido da Santa Missa presidida pelo representante do Papa Bento XVI ao CEN, Dom Cláudio Hummes, na Esplanada dos Ministérios.
A 16ª edição do Congresso Eucarístico Nacional é o ponto central das celebrações dos 50 anos da Arquidiocese da capital do Brasil – comemorado no dia 21 de abril. A programação do congresso envolverá atividades de reflexão e estudo sobre temas atuais e relevantes para a vivência do sacramento da Eucaristia, celebrações eucarísticas, adoração ao Santíssimo Sacramento e atividades culturais.
O evento deverá contar com a presença de cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos, diáconos permanentes, membros de institutos de vida consagrada, leigos e representantes de todas as dioceses do país. A entrada para a maioria das atividades é franca. Somente os Simpósios Teológico e de Bioética, que acontecem no Centro de Convenções, serão restritos a um número determinado de vagas, com taxa de inscrição e programação específica.
As grandes celebrações eucarísticas acontecerão na Esplanada dos Ministérios. Outros eventos, também abertos ao público, terão lugar no Parque de Exposições da cidade e no complexo Cultural da República. A coordenação do CEN 2010 espera um público de cerca de 300 mil fiéis durante os três dias de atividades.

Fonte: Canção Nova Notícias.

PADRES DÃO TESTUMUNHO VOCACIONAL DURANTE A JORNADA SACERDOTAL

BRASÍLIA - DF.
A fim de oferecer exemplos de dedicação ministerial de sacerdotes que, tendo em conta as muitas dificuldades, dão testemunho evangélico, quatro padres apresentaram seus testemunhos vocacionais durante a Jornada Sacerdotal, que aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF), em preparação para o 16º Congresso Eucarístico Nacional.
Dentre os religiosos presentes no evento estavam padre Helmo Cesar Faccioli, CMF, cujo campo missionário fica em Franca (SP). Ele partilhou um pouco sobre seu ministério e sobre a devoção a Santo Antônio Maria Claret, destacando que ser discípulo desse santo é identificar-se com Cristo, deixando-se formar pelo Espírito de Jesus. “Para Santo Antônio Maria Claret, o envangelizador é, em primeiro lugar, discípulo, depois missionário”, ressaltou. O sacerdote também destacou as vitórias e os dissabores da missão: por um lado, a alegria de ser padre e poder viver o Ano Sacerdotal para renovar sua entrega ao sacerdócio; por outro, a tristeza quando vê a vaidade humana, a sede de poder falar mais alto do que o Reino de Deus.
Trabalhando com a população marginalizada e desfavorecida, padre Vilson Groh, que atua na periferia de Florianópolis (SC), destacou em seu testemunho que a pastoral presbiteral se constrói quando se é capaz de ir até o irmão, onde este está. “Creio que tirar da nossa agenda algumas reuniões para ir ao encontro do outro que está doente ou com problemas é o que faz a missão presbiteral”.
Sacerdote da prelazia de Xingu, padre Antônio Hoffmeister encontra nas comunidades em que exerce seu ministério um povo que acolhe os sacerdotes como o próprio Jesus Cristo. “Eles, muitas vezes, fazem com que eu me sinta envergonhado, porque me tratam como eu não mereço. Mas é nessa fé do povo que enxergamos a fé da Igreja”. O presbítero também pede a todos que rezem pela missão da prelazia onde ele atua: “Rezem por Belo Monte, para que Deus ilumine os políticos de modo que estes não cometam um desatino”.
O último testemunho foi do padre Carlos Henrique Silva Oliveira, que atua em Caracaí, Roraima. Ele testemunhou que seu maior desejo sempre foi trabalhar além dos limites territoriais: “Sou padre da Igreja para servi-la onde for necessário”.

Fonte: Canção Nova Notícias.

NÚNCIO APOSTÓLICO PRESIDE ATO LITÚRGICO NA JORNADA SACERDOTAL DO XVI C.E.N.

BRASÍLIA - DF.

Aconteceu na manhã desta quinta-feira, 13, a Jornada Sacerdotal do XVI Congresso Eucarístico Nacional (CEN), que será aberto hoje, às 19h, com uma missa na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). A jornada, realizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, foi presidida pelo núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri.
“O tempo pascal deve confirmar-nos na esperança e no amor cristão e fortalecer nos sacerdotes a missão de serem servidores da causa do Evangelho para que a Eucaristia seja realmente Pão da Unidade dos missionários e discípulos de Jesus Cristo”, disse o núncio.
Dom Lorenzo convidou os sacerdotes “para que se unam espiritualmente ao Sucessor de Pedro e às suas intenções” e disse que o sacerdote tem o dever de “ensinar a todos os fiéis a participar de tal modo na Liturgia para que, através dela, alcancem espírito de oração e experimentem as exigências da chamada universal à santidade com este ‘mergulho na vida divina’ [o batismo]”.
Enviado especial do papa para o Congresso, o prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Cláudio Hummes, também participou da Jornada, acompanhado do arcebispo de Brasília, dom João Braz de Aviz, e do presidente do Pontifício Comitê para os Congressos Eucarísticos Internacionais, dom Piero Marini, do Bispo de Ars (França).
Segundo a assessoria de comunicação do CEN, cerca de mil padres participaram da Jornada. Dom João explica a razão da Jornada no dia em que começa o Congresso Eucarístico. “Os sacerdotes estão ligados a este mistério [da Eucaristia]. São eles que fazem este mistério, celebrando a Eucaristia e servindo o povo com este alimento forte que é a Eucaristia”.O CEN prossegue até domingo, 16, com um simpósio teológico e outro de bioética, além de várias outras atividades. Na sexta-feira, 14, os bispos celebram nas paróquias da capital federal. A organização do evento espera a participação de 300 mil pessoas.

Fonte: CNBB.

CNBB SE PRONUNCIA SOBRE ABUSOS SEXUAIS NA IGREJA

BRASÍLIA - DF.
O presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, divulgou nesta quinta-feira, 13, um pronunciamento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil sobre os abusos sexuais na Igreja. A declaração foi lida na coletiva de imprensa após o encerramento da 48ª Assembleia dos bispos, em Brasília (DF).
Na nota, os bispos expressam "seu compromisso e empenho na investigação rápida e eficaz dos casos de abuso sexual na Igreja", tomando as medidas canônicas e civis cabíveis.

.: Leia pronunciamento na íntegra
- Parte I
- Parte II

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Segundo o pronunciamento, o tratamento do delito deve "considerar três atitudes – para o pecado: a conversão, a misericórdia e o perdão; para o delito: a aplicação das penalidades (eclesiástica e civil); para a patologia: o tratamento".
De acordo com Dom Geraldo, o perdão não significa a aceitação do delito ou defender a impunidade. "Perdão é uma coisa, se refere ao pecado, mas quanto ao delito, ao crime, tem a aplicação das penalidades".
No texto, a CNBB reconhece o "mal irreparável" causado às vítimas e suas famílias, dirigindo a estas seu "pedido de perdão", suas orações e a promessa de "envidar esforços para ajudá-las na superação de tão grande mal e seus traumas subsequentes e oferecer-lhes apoio psicológico e espiritual".
Na coletiva, o presidente da CNBB recordou os vários assuntos tratados durante os dez dias da assembleia, entre eles as CEBs, o PNDH-3, o momento político, a Campanha Ficha Limpa, o Acordo Brasil e Santa Sé, o trabalho escravo e a reforma agrária.

Fonte: Canção Nova Notícias.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

BENTO XVI ENTREGA ROSA DE OURO AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

FÁTIMA, PORTUGAL.
O Papa Bento XVI entregou uma Rosa de Ouro ao Santuário de Fátima, nesta quarta-feira, tornando-se o primeiro Papa a fazê-lo pessoalmente em solo português.
A entrega aconteceu logo no início do seu programa em Fátima, na Capelinha das Aparições, após a oração a Nossa Senhora de Fátima, na qual agradeceu a protecção concedida a João Paulo II no atentado sofrido em Roma, no dia 13 de Maio de 1981.
A Rosa de Ouro, disse Bento XVI junto da imagem de Nossa Senhora, é "uma homenagem de gratidão" pelas "maravilhas que o Onipotente tem realizado por Vós no coração de tantos que peregrinam".
"Estou certo que os Pastorinhos de Fátima, os Beatos Francisco e Jacinta e a Serva de Deus Lúcia de Jesus nos acompanham nesta hora de prece e de júbilo", acrescentou.
A insígnia é um dom simbólico que os Papas entregam como reconhecimento de méritos pessoais ou como sinal de devoção particular a igrejas, santuários ou mesmo cidades.
A primeira Rosa de Ouro oferecida ao Santuário de Fátima foi entregue pelo Cardeal Fernando Cento, enviado de Paulo VI, a 15 de Maio de 1965.
A mesma distinção foi enviada por João Paulo II ao Santuário de Nossa Senhora do Sameiro (Braga), por ocasião do centenário da coroação da Imagem de Nossa Senhora. Foi entregue pelo Cardeal Eugénio Sales em 8 de Dezembro de 2003.
A entrega de Rosas de Ouro era já prática corrente no pontificado de Leão IX (1049-1054), mas acredita-se que remonte ao século VII ou finais do século VI.

Fonte: Canção Nova Notícias.

ASSEMBLÉIA DA CNBB APROVA PRIMEIROS DOCUMENTOS

BRASÍLIA - DF.
A "Carta dos Bispos aos Presbíteros" e a "Declaração sobre o Momento Político Nacional" foram os dois primeiros documentos aprovados pela 48ª Assembleia Geral da CNBB, que termina amanhã, em Brasília. O primeiro documento teve 230 votos a favor, de 249 votantes; já o segundo foi aprovado com 253 votos de um total de 254 votantes. 

Carta aos padres 
Na carta aos padres, os bispos enaltecem o trabalho dos sacerdotes. “Conhecemos de perto seus sacrifícios que, às vezes, alcançam o heroísmo, na busca cotidiana de fidelidade à missão evangelizadora”, diz o texto.
Numa referência aos abusos sexuais contra menores envolvendo padres, os bispos dizem que estes “comportamentos abusivos” de alguns presbíteros atingiram  “a credibilidade dos sacerdotes e a grandeza do dom que nos foi confiado”.  “Amargura e sofrimento, confusão e mesmo indignação, invadiram o íntimo de muitos cristãos e das pessoas que amam a justiça, a verdade e a coerência de vida”.
Os prelados reafirmam sua confiança nos sacerdotes. “Queremos reafirmar nossa satisfação e confiança pela multidão de presbíteros que, identificados com Cristo, compartilham as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias às comunidades que lhes são confiadas”.

.: Leia carta na íntegra

Momento Político 
Composta por 11 parágrafos, a Declaração sobre o Momento Político Nacional começa recordando fatos e eventos que marcam o cenário eclesial e nacional como a assembleia da CNBB, o jubileu de ouro da Capital Federal e da Arquidiocese de Brasília, o Congresso Eucarístico Nacional e a realidade política do país, como sua política internacional, o PNDH-3 e a votação do Projeto Ficha Limpa.
Na Declaração, a CNBB revela sua preocupação com “os grandes projetos, sobretudo na Amazônia” que não levam “devidamente em conta suas consequências sociais e ambientais”.
Os bispos afirmam que permanece o desafio “de uma autêntica reforma agrária” e destacam a urgência de uma “profunda reforma política, iluminada por critérios éticos, com a participação das diversas instâncias da sociedade civil organizada, fortalecendo a democracia direta com a indispensável regulamentação do Artigo 14 da Constituição Federal, relativo ao plebiscito, referendo e iniciativa popular de lei”.
Para os prelados, a campanha eleitoral deste ano é oportunidade para “empenho de todos na reflexão sobre o que precisa ser levado adiante com responsabilidade e o que deve ser modificado, em vista de um projeto nacional com participação popular”.
Ao final, os religiosos convocam o povo a expressar sua cidadania nas próximas eleições por meio do “voto ético, esclarecido e consciente” a fim de que sejam superados “possíveis desencantos com a política”.

.: Leia declaração na íntegra

Fonte: Canção Nova Notícias.