terça-feira, 9 de agosto de 2011

PREFEITO PRESTA HOMENAGEM PELO DIA DO PADRE

Barra Mansa - RJ
O prefeito de Barra Mansa, Zé Renato, recebeu na manhã desta segunda-feira, dia 08, líderes religiosos católicos que atuam nas comunidades eclesiais de Barra Mansa. Os padres receberam homenagem pelo dia dedicado a eles, comemorado no dia 04 de agosto. O prefeito Zé Renato destacou a importância da Igreja na mobilização popular.
- Eu fiquei satisfeito ao ver o tema da Campanha da Fraternidade deste ano, que chama o povo a pensar no planeta em que vive. Nós da administração municipal temos dado importantes passos para a sustentabilidade do nosso município. Comemoramos o andamento das obras do Pac Saneamento, que vai tratar 100% do nosso esgoto, a implantação do aterro sanitário, com o Centro de Tratamento de Resíduos e tantos outros projetos que estão ligados à educação ambiental - frisou, ressaltando que o gabinete está de portas abertas para receber os líderes com as sugestões da população.

O padre Nilton Gonçalves, pároco da Matriz de São Sebastião, destacou que a aliança entre a Igreja e o poder público é importante. "Nós temos diversos projetos sociais que contribuem com aqueles que são realizados pela prefeitura. Espero que sejam fortalecidos na fé e que façam um bom trabalho", explicou.

A secretária de Assistência Social Emiliana Melchior Carvalho colocou a secretaria à disposição dos padres, para que juntos realizem trabalhos com os mais carentes. "Estamos nos colocando à disposição da Igreja e de toda população para prestarmos conta do que estamos fazendo. Não temos tantos recursos como queríamos, mas o que temos usamos para o bem de quem precisa. Não queremos cuidar das pessoas dando apenas alimentos, mas também ensinando a pescar para que não precisem depender dos benefícios", concluiu.

Fonte: PMBM - Foto: Paulo Dimas

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

VATICANO ACEITA PEDIDO DE BEATIFICAÇÃO DE RELIGIOSA MINEIRA


Cidade do Vaticano
Vai ser dado início ao processo de beatificação de mais uma religiosa mineira. Trata-se de Madre Tereza Margarida do Coração de Maria. O pedido de beatificação foi feito pelo município de Três Pontas, no sul de Minas Gerais à Congregação para a Causa do Santos. A religiosa foi responsável pela fundação do Carmelo São José, onde viveu enclausurada por 43 anos.
Com a aceitação do Vaticano, a religiosa se torna a segunda do município mineiro e a quinta da região do Sul de Minas a poder se tornar beata. Antes de Madre Tereza, a Congregação para as Causas do Santos consentiu a abertura do processo para o padre Vítor, de Três Pontas; Monsenhor Alderije, de Santa Rita de Caldas; Nhá Chica, de Baependi; e da irmã Carmelita, Madre Maria Imaculada, de Pouso Alegre.
Maria Luisa Resende Marques (nome de batismo), Madre Tereza Margarida abraçou a vida religiosa aos 21 anos quando entrou na Congregação das Carmelitas. Em 1962, fundou o Carmelo de São José, no município mineiro de Três Pontas.
Madre Tereza faleceu em 2005 e seu corpo está sepultado no Cemitério Municipal de Três Pontas. No momento, uma capela está sendo construída para abrigar os restos mortais da religiosa.
Fonte: CNBB

domingo, 7 de agosto de 2011

EVANGELHO DOMINICAL (Mateus 14,22-33)


Domindo, 07 de Agosto de 2011
XIX Domingo do Tempo Comum
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
- Glória a vós, Senhor!

Depois da multiplicação dos pães, 22Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. 23Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós. A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho. 24A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. 25Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. 26Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados, e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo. 27Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!” 28Então Pedro lhe disse: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água”. 29E Jesus respondeu: “Vem!” Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. 30Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” 31Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?” 32Assim que subiram no barco, o vento se acalmou. 33Os que estavam no barco prostraram-se diante dele, dizendo: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!”

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor!

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REFLETINDO A PALAVRA DE DEUS

'Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!'


À noite os discípulos entram no barco e se dirigem para o outro lado do mar em direção a Cafarnaum. Um fenômeno estranho, mas natural no alto mar. O barco estava sendo sacudido pelas ondas, “pois o vento era contrário”. Os discípulos se encontram fatigados, atormentados em remar. E o vento soprando forte e agitando o mar.
De repente, Jesus se apresenta andando sobre as águas. Na escuridão da noite, a Sua figura pareceu ser um fantasma que pretendia ultrapassar a embarcação. Daí, os gritos de espanto e medo dos apóstolos. Na realidade, com essa ação, o Senhor demonstrou ter poderes divinos, pois lemos em Jó 9,8: “Javé caminha sobre as águas dos mares”.
É interessante observar que Pedro foi o único a também querer, com a permissão de Jesus Nazareno, andar sobre as águas, como que estando “por cima” do mal. O mar era símbolo do mal e do oculto, especialmente suas profundezas nas quais reinava o poder das trevas e de onde saíram os impérios contrários ao verdadeiro Reino de Deus (cf. Dn 7,1-8).
Pedro, uma vez mais, mostrou-se impetuoso e mais confiante do que seus companheiros. Não só reconhece o Mestre, mas quer participar desse poder de estar acima do mal, representado pelas águas turbulentas do mar. Ele sabe que o poder de Jesus não é unicamente pessoal, mas atinge igualmente Seus mais íntimos amigos e reconhece na prática o que Ele dirá mais tarde: “Em ti unicamente eu confio, pois cremos e reconhecemos que tu és o Santo de Deus” (Jo 6,69).
Porém, sempre existe a dúvida e a indecisão após tomar uma atitude valente e corajosa. O vento, o mar agitado, abala a fé e a confiança do grande apóstolo. E unicamente a resposta de Cristo, diante da súplica angustiada deste [Pedro], restabelece a situação e salva o discípulo. O “Salva-me, Senhor!” de Pedro deve ser o nosso grito que salvará muitas vidas do fracasso total. No “Salva-me, Senhor!” encontramos a força que nos falta e a fé que procuramos em Jesus, nosso Salvador.
Cristo, através da deficiência na fé de Pedro, quis mostrar que sempre – por detrás das situações de perigo e domínio do mar, representante das forças do mal – não estamos sozinhos, pois Ele o sustentava. Por isso, os Padres da Igreja afirmam que onde está Pedro está a Igreja e onde está a Igreja está Jesus. E, logicamente, na época em que foi feita a afirmação dos Padres da Igreja, estes não se referiam a Pedro, o Simão, filho de Jonas, mas ao bispo de Roma.
Jesus entra na barca e o vento se acalma. Era uma perturbação de ondas e vento sem chuva, pouco parecido com a descrita em Mateus 8,23. Mas, tendo entrado Jesus na barca nada temem os discípulos, porque a paz, a tranquilidade e o sossego haviam chegado. E, então, aproximando-se de Cristo lhe prestam homenagem, dizendo: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!” O que significa: Tu tens algo do poder divino em teu ser.
Meu irmão, Jesus é a sua paz. Portanto, não tenha medo e nem receio de O proclamar. Ele veio para livrar a mim e a você do medo e da angústia.
O trecho de hoje está escrito precisamente para nos demonstrar que a transcendência e independência de Jesus – manifestada com Suas palavras e Seu proceder diante das leis e costumes tradicionais e diante das leis físicas da natureza, – revelam Seu domínio absoluto sobre as crenças e Seu senhorio total como Criador – e não como criatura – sobre os acontecimentos e sobre tudo o que há, de modo que a nossa resposta, hoje, não pode ser outra diferente desta: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!”

Autor: Padre Bantu Mendonça

sábado, 6 de agosto de 2011

COMUNIDADES DE BARRA MANSA HOMENAGEIAM DOM JOÃO

Barra Mansa - RJ
Depois de onze anos a frente da Diocese de Barra do Piraí - Volta Redonda, Dom João Maria Messi, OSM, recebeu do Papa Bento XVI no último dia 08 de junho a aceitação de seu pedido de renúncia como bispo titular da diocese.
Sua renúncia tem como base o cânon 401 § 1º, do Código de Direito Canônico que prescreve o pedido da renúncia do bispo ao completar 75 anos.
Em agradecimento a Deus pelos serviços prestados por Dom João à diocese, as quatro regiões pastorais diocesanas (Volta Redonda, Barra Mansa, Resende e Barra do Piraí) estão celebrando Missas presididas pelo hoje administrador apostólico - Dom João Maria Messi.
No último dia 10 de julho na Co-Catedral de Nossa Senhora das Graças em Volta Redonda, Dom João concelebrou a Eucaristia que teve a participação dos padres daquele regional, além da presença de todas as comunidades eclesial da cidade.
Já neste domingo, dia 07 será a vez de Barra Mansa demonstrar sua gratidão a Dom João durante missa que deverá reunir além dos padres da cidade, também os fiéis de todas as comunidades eclesiais das quatro paróquias do município. A Missa em Ação de Graças será celebrada às 19:00h na igreja matriz de São Sebastião, no centro.

MORRE AOS 96 ANOS O PADRE JOSEF AVRIL

Juiz de Fora - MG
Faleceu na última sexta-feira, dia 5, aos 96 anos de idade, o padre Josef Avril, da Congregação do Verbo Divino, em Juiz de Fora (MG). Padre Avril foi ordenado padre no dia 07 de Março de 1943 e, na década de 70, esteve sob a direção do Colégio Verbo Divino, sendo Barra Mansa a cidade onde mais tempo trabalhou e em que obteve grande prestígio e admiração.
Nascido em Trier - Alemanha, em 20 de Abril de 1915, tinha como característica a firmeza e a rigidez dos alemães, mas era uma pessoa carinhosa e muito querida, principalmente pelos fiéis e pela a comunidade verbita de Barra Mansa. Esteve sempre presente nas lutas pelo povo, por justiça e pelo bem comum.
Resumo
Em 2008, após anos em Barra Mansa, padre Avril é transferido à Comunidade do Verbo Divino, em Juiz de Fora. Aos 93 anos, padre Avril passa a ser a alegria da comunidade.
Pouco a pouco, o peso da idade foi aumentando. Os quadros de pneumonia vinham tornando-se frequentes. Na noite de 4 de agosto, passou mal em casa e foi levado a uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva), onde na manhã seguinte, às 6:15h, padre  Avril morreu deixando-nos a marca de educador, orientador, formador e conselheiro. Seu corpo foi enterrado no Cmitério Municipal de Juiz de Fora.

Fonte: Colégio Verbo Divino - Barra Mansa 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

AGOSTO: MÊS DAS VOCAÇÕES


A Igreja no Brasil dedica o mês de agosto às vocações.

Nesse período, todos os cristãos são convidados a refletir sobre sua vocação e a missão confiada por Deus a cada um.

Na primeira semana de agosto, celebramos a ‘Semana do Padre’. Na segunda semana, lembramos a ‘Família’.

A terceira semana é dedicada à ‘Vocação religiosa’. Vocação dos que consagram a Deus na vida religiosa pelos votos de pobreza, castidade e obediência, em comunidade.

Na última semana, a Igreja reza pelas vocações leigas, como o exemplo dos catequistas que se dedicam a evangelização de jovens, adultos e crianças.

Vocação é o chamado de Deus para as nossas vidas. É a missão que Ele nos confia.


ORAÇÃO VOCACIONAL

Senhor da Messe e Pastor do rebanho,

faze ressoar em nossos ouvidos teu forte
e suave convite: "Vem e Segue-me"!
Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele
nos dê sabedoria para ver o caminho e
generosidade para seguir tua voz.

Senhor, que a Messe não se perca por falta
de operários. Desperta nossas comunidades
para a Missão. Ensina nossa vida a ser
serviço. Fortalece os que desejam dedicar-se
ao Reino na diversidade dos
ministérios e carismas.

Senhor, que o Rebanho não pereça por falta de
Pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos,
padres, diáconos, religiosos, religiosas e
ministros leigos e leigas. Dá perseverança a
todos os vocacionados. Desperta o coração
de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja.

Senhor da Messe e Pastor do Rebanho,
chama-nos para o serviço de teu povo.
Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores
do Evangelho, ajuda-nos a responder SIM. Amém.

sábado, 30 de julho de 2011

EVANGELHO DOMINICAL (Mateus 14, 13-21)

Domingo, 31 de Julho de 2011
XVIII Domingo Comum

- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
- Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 13quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas, quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé. 14Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes.15Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!”16Jesus, porém, lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!”17Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”.18Jesus disse: “Trazei-os aqui”.19Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida, partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões. 20Todos comeram e ficaram satisfeitos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. 21E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças”.

- Palavra da salvação.
- Glória a vós, Senhor!

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REFLETINDO A PALAVRA DE DEUS

A bênção liberta também o coração

Esta narrativa da partilha dos pães entre Jesus, seus discípulos, e a multidão, é encontrada nos quatro evangelistas. Contudo Marcos e Mateus apresentam a narrativa de uma segunda partilha, bastante semelhante, como que em reprise desta primeira, porém diferenciando-se na medida em que a primeira acontece na Galiléia e a segunda em território exclusivo de gentios, fora da Galiléia. João Batista, que com seu anúncio do Reino de justiça atraia a si as multidões, foi preso e executado por Herodes, no que teve o apoio dos chefes religiosos das sinagogas e do Templo de Jerusalém. Eles temiam João por seu anúncio libertador, conclamando à prática da justiça, e pela sua grande acolhida entre as multidões. Jesus percebe que ele próprio também é passível de sofrer o mesmo processo repressivo. Assim retira-se para um lugar isolado com seus discípulos, indo de barco através do lago da Galiléia (chamado Mar da Galiléia). As multidões sabendo da partida de Jesus seguiram a pé, pela margem do lago acompanhando-o. Quando Jesus desembarca já encontra a multidão e vendo sua carência e suas necessidades, tem compaixão dela, curando os doentes. A presença dos doentes entre as multidões exprime uma situação de exclusão social, que favorece o surgimento e a proliferação das doenças. É muito expressiva a compaixão que invade Jesus diante destas multidões. A menção das curas sugere o empenho de Jesus em promover a vida entre estas multidões excluídas. Ao entardecer, os discípulos percebem as necessidades das multidões e sugerem que sejam enviadas para comprar comida. Jesus, porém, apresenta-lhes outra solução: "Vós mesmos dai-lhes de comer". Os discípulos alegam, então, que têm apenas alguns pães e alguns peixes. Jesus pede que sejam trazidos e, em seguida, são abençoados e partidos por Jesus. Os discípulos os distribuem. O gesto toca os corações dos demais, que traziam reservadamente seu alimento. Eles também partilham e todos são satisfeitos. A partilha é o gesto concreto do amor. O amor é contagioso e transforma a comunidade. A visão messiânica, a partir do Primeiro Testamento, deu origem à interpretação desta passagem como um espantoso milagre pelo qual os pães são multiplicados. Se o objetivo de Jesus fosse o de praticar gestos espantosos, então maior efeito teria se transformasse as pedras em pães, o que ele rejeitou na tentação que lhe foi feita em seguida ao recebimento do batismo por João Batista. Na partilha se dá a abolição de uma sociedade escrava do mercado pela implantação da nova sociedade livre, justa e fraterna (cf. primeira leitura). A benção de Jesus sobre os pães e peixes que os discípulos lhe trazem significa redirecionar a Deus aquilo que é de Deus. Significa desvincular os bens da posse excludente para libertar o dom de Deus em sua criação colocando-o ao alcance de todos. A benção liberta também o coração e a generosidade leva à partilha e à saciedade de todos. A sobra indica a eficiência da generosidade. A partilha é a expressão do amor de Jesus. Nada nos separa deste amor que se manifesta, hoje, nas pessoas e comunidades que buscam a justiça e constroem a fraternidade. 

Autor: José Raimundo Oliva