domingo, 4 de abril de 2010

MISSA DA PÁSCOA REUNE CERCA DE 1.500 PESSOAS EM VISTA ALEGRE


BARRA MANSA - RJ.
Aproximadamente mil e quinhentas pessoas pariciparam na manhã deste domingo, dia 04, da Solene Missa da Páscoa celebrada no Ginásio Poliesportivo Vista Alegre, ao lado da igreja de São José. A cerimônia que fora presidida pelo reverendíssimo padre Jorge Luiz Martins Pereira, pároco local, reuniu pessoas  do bairro,  além de pessoas vindas de diversos bairros da cidade, e de outras cidades e estados que vieram passar o feriado da Semana Santa com familiares no bairro.
A celebração começou com a bênção do Fogo Novo, além da marcação e acendimento do Círio Pascal, - vela grande que lembra a presença do Cristo Ressuscitado "Luz do Mundo" no meio da humanidade, e que permanecerá acesa em todas as celebrações dos próximos cinquenta dias.
Em sua homilia, padre Jorge exortou os católicos a se lembrarem que a ressurreição de Cristo traz a humanidade a certeza de que todos ressuscitarão no último dia.
Ao fim da celebração todos se cumprimentaram desejando uns aos outros a Paz de Cristo e votos de uma feliz e santa Páscoa.

EVANGELHO DOMINICAL - João 20,1-9 (DOMINGO, 04/04/2010)

 - O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós!
- PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
- Glória a vós, Senhor! 

1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo.
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

- Palavra da salvação.
- Glória a vós, Senhor!

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REFLETINDO A PALAVRA DO EVANGELHO
Acreditar na ressurreição

O evangelista João, na liberdade com que reinterpreta as tradições das comunidades, revela, com maior alcance, a dimensão universal da missão de Jesus. João ousa ultrapassar as próprias fronteiras das categorias do Primeiro Testamento às quais ele recorre. Daí o caráter simbólico que ele, com frequência, associa às narrativas daquelas tradições, muitas delas já registradas nos Evangelhos sinóticos. "No primeiro dia da semana, bem de madrugada, quando ainda estava escuro" (exclusivo de João), sugere as trevas do primeiro dia da criação. Agora se trata da nova criação. Ainda estava escuro, pois os discípulos não compreendiam o trágico fim de Jesus. Enquanto os evangelistas sinóticos registram a presença de outras mulheres nesta visita de madrugada ao túmulo, João limita-se a citar apenas Maria Madalena. Para João ela representa a comunidade de discípulos que sente a falta de Jesus.
A menção da ida de Pedro e do discípulo que Jesus mais amava ao túmulo é exclusiva do Evangelho de João, e neste episódio situa- se a mensagem central da narrativa. Para o discípulo que Jesus mais amava, a ausência do corpo não impediu que ele compreendesse que Jesus continuava presente entre eles. Pela experiência do amor vivido, ele creu. Pedro e os demais ainda não tinham compreendido o sentido da vida de Jesus. Para eles ainda continuava escuro. Seriam necessárias aparições em que Jesus "se manifestasse, não a todo o povo, mas às testemunhas designadas de antemão por Deus" (primeira leitura). Acreditar na ressurreição é crer no dom da vida eterna por graça de Deus. Este dom nos é concedido a partir da encarnação do Filho de Deus, na pessoa histórica de Jesus de Nazaré. Jesus, humano e divino, na sua vida terrena já vive a dimensão de eternidade, e nós, como ressuscitados, vivemos com ele (segunda leitura). Não é no sepulcro ou no passado que se procura Jesus. É hoje, com a sensibilidade que faz perceber a sua presença no nosso próximo e entre os pobres e excluídos.

Autor: José Raimundo Oliva.

sábado, 3 de abril de 2010


Celebrar a Páscoa significa celebrar a "Vida".

É deixar morrer tudo o que há de "menor" em nós (os defeitos, as incompreensões, a falta de amor...) e deixar "ressurgir, ressucitar" tudo que temos de bom e grandioso em nós. É deixar Cristo viver em nós...

Por isso, meu amigo, minha amiga, meu irmão, minha irmã, celebremos nesta Páscoa, a nossa própria Ressurreição: para o Auxílio ao Próximo, para o Amor, para o Esclarecimento, para a Vida!

Comecemos a cultivar o amor de Cristo e sintamos a alegria invadir nossos corações.
Comecemos a aceitar nossos semelhantes, cultivemos a compreensão, a confiança...

Comecemos a crer no outro, a sermos bondosos e pacientes, humildes e diligentes.

Comecemos a perdoar de coração e a ter coragem de também pedir perdão!

Comecemos a nos alegrar com a verdade, a desculpar (as imperfeições), a crer, a realizar dias melhores e promover a paz.

Comecemos juntos a "viver" a ressurreição do Cristo que nos faz "família".

Será Páscoa todo dia...

Quando formos capazes de olhra para os lados e ver em todos que nos cercam um "irmão", uma "irmã", filhos e filhas do mesmo Pai.

FELIZ PÁSCOA!

Pe. Jorge Luiz Martins Pereira.

VIGÍLIA PASCAL - EVANGELHO DO DIA - Lucas 24,1-12 (SÁBADO, 03/04/2010)


- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós!
- PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor!

1No primeiro dia da semana, bem de madrugada, as mulheres foram ao túmulo de Jesus, levando os perfumes que haviam preparado. 2Elas encontraram a pedra do túmulo removida. 3Mas, ao entrar, não encontraram o corpo do Senhor Jesus 4e ficaram sem saber o que estava acontecendo. Nisso, dois homens com roupas brilhantes pararam perto delas.
5Tomadas de medo, elas olhavam para o chão, mas os dois homens disseram: “Por que estais procurando entre os mortos aquele que está vivo? 6Ele não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos do que ele vos falou, quando ainda estava na Galileia: 7‘O Filho do Homem deve ser entregue nas mãos dos pecadores, ser crucificado e ressuscitar ao terceiro dia’”.
8Então as mulheres se lembraram das palavras de Jesus. 9Voltaram do túmulo e anunciaram tudo isso aos Onze e a todos os outros. 10Eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres que estavam com elas contaram essas coisas aos apóstolos. 11Mas eles acharam que tudo isso era desvario, e não acreditaram.
12Pedro, no entanto, levantou-se e correu ao túmulo. Olhou para dentro e viu apenas os lençóis. Então voltou para casa, admirado com o que havia acontecido.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor!

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REFLETINDO A PALAVRA DO EVANGELHO

"Não vamos procurar entre os mortos aquele que está vivo".

Lucas reúne a tradição da ida das mulheres ao túmulo (Evangelho de Marcos) com a tradição da ida de Pedro (Evangelho de João). Esta narrativa da ressurreição está centrada no tema sofrimento, morte e ressurreição. É o chamado "querigma", anúncio fundamental nas cartas de Paulo. A advertência dos anjos é essencial: não vamos procurar entre os mortos aquele que está vivo. Jesus não está no passado, nas tradições humanas, nas devoções convencionais. Ele está vivo nas comunidades, hoje, entre os pobres bem-aventurados.

Autor: José Raimundo Oliva.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

MISSA DOS SANTOS ÓLEOS REUNE CERCA DE 10 MIL PESSOAS EM VOLTA REDONDA



VOLTA REDONDA - RJ.
O bispo diocesano de Barra do Piraí - Volta Redonda dom João Maria Messi, OSM, presidiu a Missa dos Santos Óleos que contou com a presença de todos os padres das quatro regiões pastorais da diocese. Ele agradeceu pela cerca de 10 mil fiéis, no pavilhão da Ilha São João e saudou os sacerdotes que fizeram a renovação da promessa da ordem presbiteral.
O bispo abençoou os óleos do Catecúmeno, Crisma e Enfermos e distribuiu para cada padre responsável pelas paróquias e setores.
“Esta celebração marca a unidade presbiteral do bispo com seus padres e ao mesmo tempo reforça os laços da igreja diocesana que se prepara para a Páscoa do Senhor. Desejo aos diocesanos votos de Ótima Páscoa, na certeza de que Ele ressuscitou e continua no meio do povo de Deus”, disse dom João Maria Messi, lembrando do Ano Sacerdotal e suas atividades que favoreceram e colaboraram para a união e o despertar missionário na Igreja e na sociedade.
Após a concelebração eucarística foi servido um lanche para todos os presentes.

FONTE: Diocese de Barra do Piraí - Volta Redonda (site).

quinta-feira, 1 de abril de 2010

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO PAPA BENTO XVI

BRASÍLIA - DF.
O povo católico de todo o mundo acompanha, com profunda dor no coração, as denúncias de inúmeros casos de abuso sexual de crianças e adolescentes praticado por pessoas ligadas à Igreja, particularmente padres e religiosos. A imprensa tem noticiado com insistência incomum, casos acontecidos nos Estados Unidos, na Alemanha, na Irlanda, e também no Brasil.
Sem temer a verdade, o Papa Bento XVI não só reconheceu publicamente esses graves erros de membros da Igreja, como também pediu perdão por eles. Disso nos dá testemunho a carta pastoral que o Santo Padre enviou aos católicos da Irlanda e que pode se estender aos católicos de todo o mundo.
Mais do que isso, Bento XVI não receou manifestar seu constrangimento e vergonha diante desses atos que macularam a própria Igreja. Firme, o Papa condenou a atitude dos que conduziram tais casos de maneira inadequada e, com determinação, afirmou que os envolvidos devem ser julgados pelos tribunais de justiça. Não faltou ao Papa, também, mostrar a todos o horizonte da misericórdia de Deus, a única capaz de ajudar a pessoa humana a superar seus traumas e fracassos.
Às vítimas o Papa expressou ter consciência do mal irreparável a que foram submetidas. Disse Bento XVI: “Sofrestes tremendamente e por isto sinto profundo desgosto. Sei que nada pode cancelar o mal que suportastes. Foi traída a vossa confiança e violada a vossa dignidade. É compreensível que vos seja difícil perdoar ou reconciliar-vos com a Igreja. Em seu nome expresso abertamente a vergonha e o remorso que todos sentimos”.
Essa coragem do Sucessor de Pedro nos coloca a todos em estado de alerta. Meditamos sobre esses atos objetivamente graves, e estamos certos de que – como fez o Papa – devem ser enfrentados com absoluta firmeza e coragem.
É de se lamentar, no entanto, que a divulgação de notícias relativas a esses crimes injustificáveis se transforme numa campanha difamatória contra a Igreja Católica e contra o Papa. Deixam-nos particularmente perplexos os ataques freqüentes e sistemáticos, ao Papa Bento XVI, como se o então Cardeal Ratzinger tivesse sido descuidado diante dessa prática abominável ou com ela conivente. No entanto, uma análise objetiva dos fatos e depoimentos dos próprios envolvidos nos escândalos revela a fragilidade dessas acusações. O Papa, ao reconhecer publicamente os erros de membros da Igreja e ao pedir perdão por esta prática, não merecia esse tratamento, que fere, também, grande parte do povo brasileiro, que sofre com esses momentos difíceis, e reza pelas vítimas e seus familiares, pelos culpados, mas também pelas dezenas de milhares de sacerdotes que, no mundo todo, procuram honrar sua vocação.
De fato, “a imensa maioria de nossos sacerdotes não está envolvida nesta problemática gravemente condenável. Provavelmente, não chegam a 1% os envolvidos. Ao contrário, os demais 99% de nossos sacerdotes, de modo geral, são homens de Deus, dignos, honestos e incansáveis na doação de todas as suas energias ao seu ministério, à evangelização, em favor do povo, especialmente a serviço dos pobres e dos marginalizados, dos excluídos e dos injustiçados, dos desesperados e sofridos de todo tipo” (cf. Cardeal Cláudio Hummes, 12ºENP).
No momento em que a Igreja Católica e a própria pessoa do Santo Padre sofrem duros e injustos ataques, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil manifesta sua mais profunda união com o Papa Bento XVI e sua plena adesão e total fidelidade ao Sucessor de Pedro.
A Páscoa de Cristo, que celebramos nesta semana, nos leva a afirmar com o apóstolo Paulo: “Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos em apuros, mas não desesperançados; perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados” (2Cor 4,8-9). Nossa fé nos garante a certeza da vitória da luz sobre as trevas; do bem sobre o mal; da vida sobre a morte.

FONTE: Blog da CNBB.

TRÍDUO PASCAL - EVANGELHO DO DIA - João 13,1-15 (QUINTA-FEIRA, 01/04/2010)

- O Senhor esteja convosco!
- Ele está no meio de nós.
- PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + escrito por João.
- Glória a vós, Senhor!

1Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.
2Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. 3Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, 4levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. 5Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido.
6Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: "Senhor, tu me lavas os pés?" 7Respondeu Jesus: "Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás".
8Disse-lhe Pedro: "Tu nunca me lavarás os pés!" Mas Jesus respondeu: "Se eu não te lavar, não terás parte comigo".
9Simão Pedro disse: "Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça".
10Jesus respondeu: "Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos".
11Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: "Nem todos estais limpos".
12Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: "Compreendeis o que acabo de fazer? 13Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. 14Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. 15Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz".

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor!